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VIAGEM AO PANTANAL

By 03/09/2019 novembro 7th, 2019 No Comments

– Uma Crônica Breve –

1. Viajamos ao Pantanal, no final de Setembro de 2012, e voltamos em Outubro, depois de uma semana de observação e de fruição. Foi uma semana cheia de agradáveis surpresas e descobertas.
Comprovamos que a natureza é um livro aberto, onde teremos, sempre, muito para aprender. Principalmente diante de tantas belezas que o Pantanal nos disponibiliza, e de tantos desafios que nos propõe, sentimo-nos eternos aprendizes.
Quem vai ao Pantanal, disposto a “folhear” este imenso livro, página por página, volta, para o mundo urbano, com nova visão da vida, da natureza.
O Pantanal, observado com carinho, deixa mais rica nossa alma e mais quente o nosso coração humano.

RIO NEGRO(vista área)

2. Saindo de São Paulo, fomos de avião até Campo Grande, Capital de Mato Grosso do Sul. Daí fomos, de monomotor, até o Pantanal/Barra Mansa, no Rio Negro.

Rio Negro e Hotel Pousada Barra Mansa

Do monomotor pudemos observar alguns rios que serpenteiam o Pantanal, e a cadeia de montanhas que confina as águas, nos limites do Pantanal.
Poderíamos ter ido ao lado norte, por Cuiabá, Capital de Mato Grosso, pela Rodovia Transpantaneira, até Poconé.

Transpantaneira

3. Passamos seis dias de andanças pelos matos, cerrados, lagoas e rios, na região de Barra Mansa/Rio Negro.
Andamos a pé, a cavalo e de barco, sempre acompanhados por dois guias, bem preparados, atentos e sempre dispostos.

4. Voltamos de carro, até Campo Grande, de volta ao lar, a São Paulo uns, a Portugal outros.
O caminho, por terra, de carro, ampliou nossa visão do Pantanal.
Passamos por Miranda e Aquidauana.
A estrada corta inúmeras fazendas, com criação de gado.

5. Foi no caminho de volta que pudemos encontrar, perambulando numa fazenda, o Tamanduá-Bandeira.

Pudemos também passar por uma boiada, que era transportada, ao modo antigo.
A boiada transportava aproximadamente 250 animais. Lá iam os boiadeiros e o chefe com o seu berrante.

Vimos também o lugar de parada, para descanso, ao meio dia, onde já estava o encarregado de preparar a comida para toda a comitiva, como pode ser observado nas fotografias.

Daí por diante só vimos estradas imensas, quase retas, até Campo Grande, já fora do Pantanal.

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