Estudos

PASSEIO EXPLORATÓRIO AO PANTANAL

By 03/09/2019 novembro 7th, 2019 No Comments

I- Quem quer Vai

1. Muitas coisas, no Pantanal, podem ser observadas, no entorno da pousada.
No entanto, é preciso ir longe, observando, sempre atentos.

2. Nossos passeios foram feitos, a pé, de barco ou a cavalo.
De barco, a cavalo, ou de veículo motorizado, íamos até certos pontos; aí parávamos e prosseguíamos a pé, em nossa tarefa de buscar novas paisagens, novas plantas, novos lagos e/ou novos animais.

3. Como na vida, o Pantanal é para quem se esforça e vai atrás; para quem procura; para quem se esforça; para quem insiste, persiste e não desiste.
No Pantanal vale a regra de ouro:
“Deus ajuda quem cedo madruga”.
Quem procura sempre encontra…

4. A natureza segue o seu ritmo normal e cotidiano, indiferente à presença humana, que também segue o seu ritmo. As aves e os animais nos observam de longe; tranquilos.
Cabe, a cada ser, buscar o que lhe interessa, o que lhe traz satisfação e aumenta o seu conhecimento, sua apreensão do mundo, o seu saber.
Temos muito a aprender, no Pantanal, se estivermos abertos ao saber.

      1. 5. A vida humana plenifica-se no processo de descobertas contínuas. O saber e o apreciar trazem-nos a sabedoria, que articulam nossa visão de mundo, nossa filosofia de vida, que nos fazem mais participativos e mais cordiais; levam-nos a compartilhar.

 

      1. A natureza é uma estupenda escola de vida, por muitos esquecida.

6. No Pantanal, como na vida, vivenciamos a trilogia clássica que nos humaniza: a busca do Belo, do Bom e do Verdadeiro, articulados pela solidariedade: a proteção da vida: conhecer, cultivar e preservar.
O Pantanal nos faz mais humanos, mais solidários e mais cordiais. Aprendemos a olhar a natureza com respeito e dignidade.
Aprendemos a ser solidários com todas as formas de vida e com todo o seu habitat: a terra, as águas, e o espaço que nos rodeia e nos dá o ar que nos refresca.

II- Veículos Exploratórios do Pantanal
A Cavalo, de Barco, a Pé

7. As entradas pela mata, pelos cerrados, pelas lagoas e banhados e pelos rios, perto ou longe, foram feitas a pé, a cavalo e de barco, sempre acompanhados de dois guias pantaneiros, preparados e dedicados.
De barco, navegando pelo Rio Negro, pudemos observar a Ariranha, em plena atividade.
Pudemos observar o Martim-Pescador e o Socó-Boi, disfarçado de galho seco, no alto de uma árvore, descansando, imóvel…
Pudemos observar urubus, disputando alimento com um gavião.
Pudemos observar muitas espécies de aves.
Pudemos observar plantas e flores aquáticas.
Pudemos realizar uma pescaria de Piranhas.
Pudemos observar, mais de perto, os Jacarés, deitados ao sol, e nos observando, debaixo da água, apenas com a cabeça no ar.
Pudemos ver o Biguatinga, nadando no rio, apenas com o pescoço comprido e a cabeça em cima da águas, pescando e observando a nossa aproximação.
Pudemos observar o Veado-Mateiro.

8. A cavalo, em terra firme, visitamos a mata, em espaços mais longe.
Observamos a fauna e a flora, em diversos ambientes.
Observamos as árvores, as palmeiras, a vegetação de muitas espécies.
Observamos o Cervo-do-Pantanal, o Lobo-Guará, o Quati, o Cachorro-do-Mato, a Arara-Vermelha, na cavidade de uma árvore. O Talhamar e muito mar.
Observamos o Tuiuiú e a Ema, por todo o lugar.
Observamos deslumbrantes por do sol.
Observamos lagoas secas e lagoas permanentes.

9. A pé, visitamos matos e lagoas, mais perto do hotel.
Observamos os grandes bandos de Tuiuiú, de Garças, de Patos, nas águas das lagoas, algumas já com pouca água.
Observamos aglomerados de aves de grande e médio porte, com centenas de indivíduos.
Assistimos, no alvorecer do dia, a imensa sinfonia da alvorada, em que se distinguia o canto da Seriema, da Tachã, da Curicaca, da Aracuã e do Carão.

 

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